| Planetário reinaugura cúpula Galileu Galilei | |||
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RIO – A Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro reinaugurou, no dia 25 de junho, a cúpula Galileu Galilei, a primeira a ser construída no Rio de Janeiro, em 1970, e que estava fechada há 14 meses. A cerimônia contou com a presença do Prefeito Eduardo Paes, da Secretária Municipal de Cultura, Jandira Feghali, e do Presidente da Fundação Planetário, Celso Cunha, entre outras autoridades. Um ano antes de completar seus 40 anos ajudando no ensino das ciências astronômicas e levando entretenimento e cultura para a população do Rio de Janeiro, o Planetário reabriu a cúpula Galileu Galilei com o principal objetivo de atender as crianças menores de 8 anos. Isso graças a um equipamento melhor e um ambiente mais agradável e confortável, melhorando, assim, o aprendizado e estimulando o interesse na Astronomia. Com seus 39 anos, a cúpula é um marco para Planetário, por ter um designer diferenciado. “Por ser a primeira cúpula, ela é um marco na história do Planetário e os astrônomos criaram um enorme carinho por ela. Além disso, nela, podemos recriar o céu com mais realidade, como de fato o vemos” disse o Diretor de Astronomia do Planetário, Fernando Vieira. O Diretor ainda explica que com a reabertura da cúpula o Planetário terá melhor infraestrutura para atender às crianças pequenas. “Os acessos à cúpula Galileu são mais fáceis para as crianças por que dá acesso direto, sem escadas, além das poltronas serem mais confortáveis para elas,” explica Vieira. As obras permitiram a melhoria da cúpula que recebeu projetores de vídeo com sistema digital e a substituição das antigas poltronas por outras mais modernas e confortáveis deixando o ambiente mais agradável. A cúpula será reaberta ao público com o seu projetor de estrelas SpaceMasters, da Zeirss. A reabertura da Galileu Galilei também é uma ótima notícia para os frequentadores dos cursos da Fundação Planetário. Com a cúpula, os estudantes vão passar a assistir suas aulas dentro da Galileu. Durante o evento o prefeito Eduardo Paes também conheceu o projeto Biblioteca Viva uma iniciativa da Fundação Planetário para estimular a leitura e o conhecimento científico. Um pouco de sua história Poltronas reclináveis, local refrigerado e silêncio total faziam parte do ambiente de preparação para a primeira sessão de cúpula do Planetário da Gávea, na década de 1970. Em clima de ficção científica, o espectador fazia um “Pequeno Passeio ao espaço sideral”, nome do primeiro programa exibido, em que podia tirar dúvidas com os astrônomos que trabalhavam na instituição ao término do filme, o que acontece até os dias de hoje. O Planetário recebia um público eclético. Amadores, curiosos e profissionais aproveitavam as sessões para ter uma experiência prática de aprendizado. Com o aumento de público, foi identificada a necessidade de diferenciar os programas de cúpula a partir da faixa etária, com linguagens e narrativas adequadas a cada etapa de ensino. Professoras vieram para a instituição realizar a adaptação pedagógica dos programas de cúpula criados pelos astrônomos. No início dos anos 90,o Planetário recebia cerca de 100 mil visitantes por ano para assistir às sessões de cúpula e tinha chegado ao máximo de sua capacidade. Era necessário ampliar e modernizar as instalações. O planetário modelo Universarium da Zeiss foi o âncora deste processo. Planetário vai receber 200 mil alunos da rede estadual até 2010 Alunos da rede estadual de ensino dos 92 municípios fluminenses terão acesso a experimentos científicos e a entretenimento no Planetário da Gávea e no Planetário de Santa Cruz. Graças a um termo de cooperação que será assinado na próxima quinta-feira, 25, 200 mil alunos poderão conhecer um pouco mais sobre astronomia e os professores da rede estadual também poderão aumentar seus conhecimentos. A assinatura do termo de cooperação vai contar com a presença da secretária de estado de educação, Tereza Porto e do presidente da Fundação Planetário, Celso Cunha. Desde 1998 não acontece uma visita guiada de alunos do estado. As visitas começam a partir de 1º de agosto e vão até dezembro de 2010. Os professores terão um aperfeiçoamento através de cursos presenciais ou pelo projeto Escola Virtual. Durante a cooperação, A secretaria estadual promoverá a complementação da formação dos alunos com o material didático de conteúdo astronômico editado pela Fundação Planetário. |









